Pele
PDRN e regeneração cutânea: o que a ciência mostra?
PDRN e polinucleotídeos vêm sendo estudados como recursos voltados à regeneração e à qualidade da pele. Os estudos clínicos disponíveis apresentam resultados promissores em características como rugas, textura e elasticidade. No entanto, a evidência ainda é limitada por amostras pequenas, diferenças entre produtos e protocolos e ausência de padronização suficiente para estabelecer uma resposta única para todos os pacientes.
Dra. Francielli Martins · Fisioterapeuta · CREFITO 210635 · 4 minutos · Revisado em 26/09/2026
NA PRÁTICA
O que isso significa?
Os resultados disponíveis ajudam a compreender por que os polinucleotídeos passaram a ocupar espaço nas estratégias de regeneração cutânea. Isso não significa, porém, que a presença de uma tecnologia determine sua indicação.
Na prática clínica, é necessário considerar as características da pele, a região tratada, os objetivos da paciente, outras possibilidades terapêuticas e o contexto individual antes de decidir se o PDRN faz sentido dentro de um planejamento.
LIMITES DA EVIDÊNCIA
O que a ciência ainda não sabe?
Ainda não existe padronização suficiente para definir um protocolo universal de tratamento.
Os estudos apresentam diferenças de formulação, técnicas de aplicação, número e intervalo entre sessões, regiões tratadas, formas de avaliação e períodos de acompanhamento.
Também são necessários estudos maiores, com melhor qualidade metodológica e acompanhamento mais prolongado, para compreender com maior precisão a magnitude e a duração dos resultados e estabelecer quais pacientes podem se beneficiar mais de cada estratégia.
REFERÊNCIAS
Fontes científicas
The Effectiveness of Polynucleotides in Esthetic Medicine: A Systematic Review — Journal of Cosmetic Dermatology 2025
Conteúdo educativo. A indicação de qualquer tratamento depende de avaliação individual.