Dra. Francielli Martins Agendar consulta

Minha abordagem

Antes de tratar, eu preciso compreender.

A idade cronológica é uma informação. Não é um plano de tratamento. Cada pele, cada corpo e cada história atravessam o tempo de uma forma diferente.

01 · Compreender antes de tratar

Antes de pensar no que fazer, é preciso compreender o que está acontecendo.

Uma mesma queixa pode ter características diferentes em pessoas diferentes.

Por isso, compreender o contexto vem antes de definir uma conduta.

02 · Primeiro, escutar

A queixa é o início da conversa. Não necessariamente o fim da investigação.

A consulta começa pela sua percepção: o que mudou, quando você começou a perceber essa mudança, o que incomoda, o que deseja melhorar e, igualmente importante, o que deseja preservar.

Depois, ampliamos esse olhar para informações que podem ser relevantes para compreender melhor aquele momento.

O objetivo não é procurar uma explicação única para tudo, mas reunir informações suficientes para tomar decisões mais individualizadas e responsáveis.

03

O que pode fazer parte da investigação

Olhar o conjunto ajuda a compreender melhor cada parte.

De acordo com a queixa e com os achados da consulta, podem ser considerados:

01

História clínica

Condições de saúde, antecedentes e acontecimentos relevantes ao longo da vida.

02

Hábitos e rotina

Sono, alimentação, atividade física, exposição solar e outros aspectos que possam ter relação com o que está sendo avaliado.

03

Medicamentos e suplementos

Uso atual ou recente de substâncias que possam ser relevantes para a avaliação.

04

Histórico de tratamentos e procedimentos

O que já foi realizado, como o organismo respondeu e quais resultados foram percebidos.

05

Pele, face e tecidos corporais

Características observadas durante a avaliação dermatofuncional.

06

Composição corporal

Quando pertinente, informações relacionadas à distribuição dos tecidos e às mudanças corporais ao longo do tempo.

07

Músculo e capacidade funcional

Força, função e outros aspectos musculoesqueléticos quando relacionados à avaliação fisioterapêutica.

08

Exames disponíveis

Resultados recentes podem complementar a compreensão do contexto quando forem pertinentes à queixa e à atuação profissional.

Nem todos esses elementos precisam ser investigados em todas as pessoas. A própria consulta ajuda a definir o que é relevante em cada caso.

04 · Avaliação

O que você relata e o que a avaliação mostra precisam conversar.

A avaliação dermatofuncional permite observar características da pele, face, corpo e tecidos relacionadas à queixa apresentada.

Quando a dimensão muscular ou funcional também é relevante, a avaliação fisioterapêutica pode ampliar essa compreensão.

O objetivo é transformar percepções isoladas em informações que possam orientar uma decisão clínica.

05 · Quando os exames podem contribuir

Nem toda pessoa precisa dos mesmos exames.

Exames complementares não substituem a consulta e não são solicitados simplesmente para criar uma lista extensa de informações.

Quando pertinentes e dentro do campo profissional, podem contribuir para esclarecer aspectos específicos identificados durante a avaliação ou complementar informações importantes para a condução do cuidado.

Se você já possui exames recentes, eles podem ser considerados durante a consulta quando tiverem relação com o que está sendo investigado.

06 · Interpretar antes de intervir

Informação só é útil quando muda a forma de decidir.

Depois de reunir história, avaliação e, quando pertinentes, informações complementares, é possível estabelecer prioridades.

O que realmente merece intervenção?

O que pode ser acompanhado?

O que não precisa ser tratado?

O que exige avaliação de outro profissional?

E quais expectativas são compatíveis com aquilo que podemos alcançar?

Essa etapa é importante porque uma tecnologia pode ser excelente e, ainda assim, não ser a escolha adequada para aquela pessoa, naquele momento.

07 · Definir objetivos

Nem tudo que pode ser feito precisa ser feito.

Antes de definir recursos ou procedimentos, precisamos estabelecer o que estamos tentando alcançar.

Os objetivos são construídos a partir da avaliação, das possibilidades terapêuticas e daquilo que é importante para você.

É nesse encontro entre necessidade, evidência, possibilidade e preferência que a decisão começa a tomar forma.

08 · Plano de cuidado

O procedimento é uma ferramenta. Não o ponto de partida.

Somente depois das etapas anteriores são discutidas as possibilidades de cuidado.

Um plano pode envolver diferentes recursos, combinações ou etapas — e também pode concluir que determinada intervenção não é necessária naquele momento.

Quando houver indicação, explico o objetivo de cada estratégia, suas possibilidades, limitações e como ela se encaixa no planejamento.

09 · Acompanhar

Cuidado também significa observar a resposta ao longo do tempo.

O organismo muda. As prioridades mudam. E a resposta a uma intervenção também precisa ser observada.

Por isso, quando o acompanhamento é indicado, ele permite avaliar evolução, resposta ao cuidado e necessidade — ou não — de ajustes.

O plano não precisa permanecer igual apenas porque foi definido no início.

Ele acompanha a pessoa.

Consulta dermatofuncional

A consulta é o ponto de partida para entender o que realmente faz sentido para você.

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